O que a Geração Z pensa sobre o trabalho em startups de base tecnológica?

Thiara Martins Rodrigues, Antônio Carvalho Neto, Daniela Martins Diniz

Resumo


Este estudo analisa a percepção de jovens da Geração Z sobre o trabalho em startups de base tecnológica. Foram analisadas as seguintes dimensões: jornada de trabalho; flexibilidade de horário e local; estrutura hierárquica e decisória; divisão do trabalho; salários. De natureza qualitativa, este estudo baseou-se em entrevistas semiestruturadas com doze jovens pertencentes à Geração Z que trabalham em startups de base tecnológica. Os resultados evidenciam que os jovens preferem trabalhar presencialmente no escritório, pois sentem que isso facilita a comunicação, a aprendizagem e a resolução coletiva de problemas, achados que divergem da literatura. Os achados reforçam também as características das startups salientadas pela literatura e que são valorizadas pela Geração Z, como: jornada de trabalho flexível, estrutura horizontalizada, ambientais informais e autonomia. Os resultados evidenciam ainda que o salário não é o principal fator considerado pelos jovens na escolha por um trabalho.


Palavras-chave


Indústria 4.0; Jornada de Trabalho; Home Office; Modelo gerencial

Texto completo:

PDF


DOI: 10.3895/rts.v21n67.18954

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2026 CC-BY

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.
ft_peri

Av. Sete de Setembro, 3165 - Rebouças CEP 80230-901 - Curitiba - PR - Brasil

logo_utfpr