Mundos subalternos de mulheres invisíveis: reflexões a partir de As tias, Darluz e Mulheres Trabalhando

Roberto Carlos Correia e Silva

Resumo


O presente artigo propõe uma reflexão acerca da situação de subalternidade destinada a muitas mulheres, bem como, suas reações de transgressão/resistência. Para tal, como corpus temos um conto que compõe a obra Amora de Natalia Polesso: “As tias”; e dois contos que integram a obra BaléRalé de Marcelino Freire: “Darluz” e “Mulheres trabalhando”. Visitaremos os universos complexos e distintos de diferentes mulheres-personagens. A partir de recortes literários serão elencadas informações pertinentes às temáticas exploradas. Em “As tias” temos o retrato da homossexualidade feminina na terceira idade; no conto “Darluz” nos deparamos com o retrato de uma mulher pobre, sem esperanças, e que tem como única saída dar os filhos após o nascimento; por fim, em “Mulheres trabalhando” adentramos ao mundo de uma trans que sobrevive nas ruas de São Paulo. O que todas estas mulheres possuem em comum? Uma realidade subalterna que vem à tona, as impulsionando, ou não, a construção de um “pensamento liminar”. A discussão será ancorada em autores como Beverlay, Butler, Mignolo e Spivak.


Palavras-chave


Gênero; Mulheres; Pensamento liminar; Subalternidade.

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DOI: 10.3895/cgh.v12n40.9915

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